
FESTA DE REABERTURA CAEP - 4, 5 e 6 OUTUBRO - Livre Trânsito 20 euros
Dia 04 de Outubro – Clã
Grande Auditório
Inicio 21.30h
Preço único 15 euros
A comemorar 15 anos de carreira, os Clã estão de regresso aos álbuns originais, depois de experiências paralelas e digressões além fronteiras. Musical e visualmente diferente do seu antecessor, «Rosa Carne», o quinto registo dos Clã é determinado e feminino na apresentação, rico e lírico nas composições de Regina Guimarães, Carlos Tê, Adolfo Luxúria Canibal e Arnaldo Antunes.
Dia 05 de Outubro – Vermillion Lies
Grande Auditório
Inicio 21.30h
Preço único 10 euros
As Vermillion Lies são um acto de cabaret constituído por duas irmãs, Kim e Zoe Boekbinder, duas talentosas artistas, criadoras de estranhas e assustadoramente belas canções, e com duas vozes surreais e de uma beleza rara.
Ao longo da sua carreira, as irmãs têm ganho uma reputação de grandes artistas em palco, com arranjos de elevada qualidade.
O seu som é polido e criado com instrumentos convencionais e outros menos, como guitarras, pianos, máquinas de escrever, pianos de brincar, tachos e panelas, etc.
Dia 05 de Outubro – Capitão Fantasma
«Quina das Beatas»
Café -Concerto
Inicio 23.00h
Entrada 3 euros
“Saiu da terra, voltou a respirar o ar poluído da cidade, para trás deixou um caixão vazio. À sua frente estende-se um novo tempo, o tempo do fantasma. O novo álbum, “Viva Cadáver”, é Capitão Fantasma no seu melhor, irónico, corrosivo, destinado a viver para sempre…. Para toda a eternidade!”
Dia 06 de Outubro – Electronicat - "Chez Toi"
Café-Concerto
Inicio 23.00h
Preço único 5 euros
O seu recente álbum, "Chez Toi", o sétimo da sua carreira, é a prova mais uma vez de que sabe tocar música rock, sabe provocar e também inspirar, com uma inteligência que não dá tréguas.
Suaves vocalizações electrónicas, letras multilingues, demenciais silêncios, tudo isto acompanha a música, uma mistura de reconhecidos acordes do rock e de música “noise”, industrial e electrónica, aliados a uma perversa veia cibernética, que transporta a sua música para as pistas de dança e para os palcos experimentais do Século XXI.
FESTIVAL SONS DO MUNDO - BLUEEESSS - 12 e 13 de OUTUBRO
Dia 12 de Outubro – Sons do Mundo – Blues - Little Freddie King
Grande Auditório
Inicio 21.30h
Preço único 10 euros
Livre Trânsito 20 euros
O verdadeiro nome de Little Freddie king é Fread E. Martin, e nasceu em McComb, Mississipi, no ano de 1940, perto da rua onde morava Bo Diddley.
O seu pai, Jessie James Martin (assim chamado pelo dono de uma plantação em homenagem ao famoso bandido), foi um guitarrista de blues que trabalhou no circuito sulista de artistas negros do Delta. São daí as suas primeiras recordações, de quando o pai o levava à cidade quando ia tocar: “ ficava cá fora à entrada das “juke joints” e escutava atentamente o som que vinha lá de dentro. Ele passava o tempo todo a tocar, a beber e a divertir-se, assim como toda a gente.”
Dia 12 de Outubro – Sons do Mundo – Blues – Son of Dave
Café Concerto
Inicio 24.00h
Preço único 5 euros
Livre Trânsito 20 euros
Son of Dave é um projecto de Blues mesclado com hip-hop e pop constituído unicamente pelo canadiano Benjamin Darvill (antigo membro da banda pop Crash Test Dummies), actualmente residente na Inglaterra, mais um exemplo de uma “one man band” (harmónica, percussão, guitarra, baixo e teclas), que em palco parece uma multidão de músicos que venderam a alma ao diabo, tal como o mítico Robert Johnson, de quem os Son of Dave fazem uma versão arrojada, “Crossroad Blues”.
Darvill cresceu a ouvir James Cotton e Albert King, e começou a idade adulta com o rock visceral do também canadiano Neil Young. Já homem maduro, juntou-se ao circo itinerante da música pop comercial com os Crash Test Dummies, conhecendo o resto do mundo. Um período de interregno destes últimos viu-o continuar com os blues precisamente no mesmo local onde os tinha deixado, tirar-lhes o pó, dar-lhes novas roupagens, que apanhou durante as suas viagens.
Dia 13 de Outubro – Festival Sons do Mundo – Blues - David "Honeyboy" Edwards
Grande Auditório
Inicio 21.30h
Preço único 10 euros
Livre Trânsito 20 euros
David "Honeyboy" Edwards, nascido no ano de 1915, em Shaw, Mississipi, é um dos últimos originais "bluesmen" acústicos do Delta. É uma lenda viva, e a sua história é parte da História do blues.
Como dizem os americanos, Honeyboy é “the real deal/o produto original”.
Dia 13 de Outubro – Sons do Mundo – Blues - Reverendo Vince Anderson
Café Concerto
Inicio 24.00h
Preço único 5 euros
Livre Trânsito 20 euros
A sua música é por ele denominada "Dirty Gospel/Gospel Sujo", título que não pretende ofender, mas lembrar as pessoas que a humanidade é uma parte importante do Gospel. Refere-se também aos elementos do Blues puro que o Reverendo “invoca” para a sua música.
Ainda nas palavras de Anderson, “o Dirty Gospel permite tanto o sagrado como o secular, já que a linha entre ambos é muito ténue”.
A esperança do Reverendo Anderson é que todos os espectadores se possam relacionar com o seu Gospel sujo, independentemente das suas crenças religiosas.
DESTAQUES PARA NOVEMBRO E DEZEMBRO
Dia 02 de Novembro – Grande Circo Acrobático de Pequim
Grande Auditório
Inicio 21.30h
Preço único 25 euros
Foi o primeiro grupo a ser fundado na denominada “Nova China” e foi também o primeiro que saiu para o estrangeiro, representando a China. No ultimo meio século visitou mais de 80 países, ajudando ao aprofundar de relações entre o povo chinês e o resto do mundo.
Actualmente, o Grande Circo tem mais de 100 números diferentes, entre representações aéreas, equilibrismo, animais treinados, farsas e imitações, magia, etc.
ADesde a sua fundação, já foi condecorado com 18 medalhas de ouro em diferentes competições internacionais, e é considerado um dos mais importantes circos chineses.
Dia 09 de Novembro – Seu Jorge
Grande Auditório
Inicio 21.30h
Preço único 25 euros
Seu Jorge, brasileiro de 36 anos, é um homem elegante e com estilo. O género de homem que se destaca no meio de uma multidão. Uma longa silhueta escura que parece vestir um smoking dentro da t-shirt, ou trazer uma t-shirt dentro do smoking!
Hoje, define-se como um compositor popular, que gosta de inúmeros géneros musicais, mas o seu grande trunfo é o samba. «O samba é a nossa vida, a nossa particularidade, nossa medalha de ouro, nosso baluarte, nosso estandarte brasileiro», diz Seu Jorge.
Dia 10 de Novembro – Elliott Sharp toca Thelonious Monk - “Sharp ? Monk ? Sharp ! Monk !”
Pequeno Auditório
Inicio 21.30h
Preço único 10 euros
Um dos mais recentes álbuns do músico, “Sharp? Monk? Sharp! Monk!”, consiste na interpretação em guitarra acústica solo de peças do “gigante” do jazz, Thelonious Monk. Na actual digressão, Sharp interpreta muitos destes clássicos de Monk, tais como Bemsha Swing, Epistrophy, Round Midnight, Misterioso, Well You Needn't, Nutty e Brilliant Corners.
Dia 17 de Novembro – Young Gods Acústico
Grande Auditório
Inicio 21.30h
Preço único 20 euros
Desde 1985 que os Young Gods nos oferecem música estonteante e surpreendente, composta por um trio formado à volta de samplers, substituindo corajosamente as tradicionais guitarras. Mas os Young Gods nunca recearam nada, criando desde o início uma nova gramática musical que deve um pouco ao rock, mas também à música industrial, clássica, barroca, ambiente e electrónica.
Formados pelo suíço Franz Treichler, a sua música ainda é pertinente e consistente, 20 anos depois do início da banda (um ciclo que vai dos viscerais e experimentalistas “The Young Gods”, de 1987, “L’ Eau Rouge”, de 1989 (ainda cantados em francês), até aos álbuns mais “ocidentais”, poderosos e conhecidos do trio, “T.V. Sky”, de 1991, “Only Heaven”, de 1995, e culminando num “regresso” à forma com “Super Ready / Fragmente”, de 2007. Pelo meio ficou o belíssimo álbum de versões de Kurt Weill, “Play Kurt Weill”, de 1991, e experiências mais electrónicas e ambientais, “Second Nature” e “Music for Artificial Clouds”, de 1999 e 2004, respectivamente
Dia 24 de Novembro – David Fonseca
Grande Auditório
Inicio 21.30h
Preço único 20 euros
Depois da aventura com os Silence 4, David Fonseca lançou até à data dois trabalhos a solo, que obtiveram junto do público e da crítica destaque assinalável: “Sing Me Something New” (2003) e “Our Hearts Will Beat As One” (2005). Pelo meio, também participou no projecto Humanos. Ao vivo, têm sido inúmeros os concertos, destacando-se os realizados no último ano no Festival Sudoeste, na Aula Magna, e mais recentemente na Queima das Fitas do Porto, isto para além da deslocação a Austin, nos E. Unidos, para participar no conceituado festival South by Southwest.
Dia 08 de Dezembro – Califone
Grande Auditório
Inicio 21.30h
Preço único 10 euros
Os Califone, originários de Chicago, e constituídos por Joe Adamik, Jim Becker, Ben Massarella e Tim Rutili, chegaram em força em 2004 á cena musical americana com "Heron King Blues”, herdeiro das tradições do Delta, mas num estilo reimaginado, improvisacional e electrónico, o que culminou no aclamado álbum “Roots and Crowns”, de 2006, uma excitante homenagem a começos e fins, a computadores e campos de milho, a pés cansados de trabalhar e cabeças latentes…
“Roots and Crowns” é um álbum sofisticado, uma extensão natural do seu antecessor, mas mais ambicioso, confundindo as convencionais ideias entre a música orgânica e electrónica, tanto um produto do desejo incontrolável e instintivo como da inteligência calculada, com alvos emocionais e intelectuais, em acenos ao jazz e ao folk.
Dia 15 de Dezembro – Ballet Flamenco de Madrid – «Espanã Baila Flamenco»
Grande Auditório
Inicio 21.30h
Preço único 20 euros
Apresentado pelo Ballet Flamenco de Madrid, “Espanha Baila Flamenco” proporciona-nos uma ocasião única de ficarmos a conhecer melhor a história e a essência da dança espanhola e do Flamenco. Um espectáculo onde o ritmo, a magia, a sensibilidade, o movimento, a estética e a harmonia se conjugam para traçar, de forma imaginativa e inovadora o percurso das raízes e cultura espanholas.
Em palco estará um corpo de baile composto por 24 bailarinos, acompanhado por um conjunto de 6 músicos. A enriquecer esta representação está uma iluminação irrepreensível e um guarda-roupa diversificado, que a par de majestosas coreografias, fazem com que “Espanha Baila Flamenco” seja um espectáculo musical e visual absolutamente imperdível.
ESPAÇO QUINTA DAS BEATAS
Dia 20 de Outubro – God is an Astrounat
«Quina das Beatas» - Fly IRLANDA
Café-Concerto
Inicio 23.00h
Preço único 5 euros
"Apesar de compartilharem o estilo e ondas sonoras com bandas como os Mogwai e os Explosions in the Sky, a potência e a disciplina dos God is an Astronaut ao vivo fazem deles uma banda a seguir com atenção e devoção."
The Irish Times
Dia 26 de Outubro – Mundo Cão
«Quina das Beatas»
Espaço Café -Concerto
Inicio 23.00h
Entrada 3 euros
O projecto, a banda, o grupo, soa muito simplesmente a … rock (dito de forma abrangente e descomplexada sem a procura de rótulos tão em voga hoje em dia).
Eles são caras conhecidas e reconhecidas por quem gosta de boa música (e não só): na voz, Pedro Laginha, na bateria, Miguel Pedro, nas guitarras, Vasco Vaz e Gonçalo (aka Budda), no baixo, Nuno Canoche.
Contando com a preciosa ajuda do “Joker” Adolfo Luxúria Canibal, como autor de todas as letras, os Mundo Cão lançaram em 2007 o primeiro álbum, com o título de “Mundo Cão”, do qual se destacam os dois singles, o recente “Caixa da Razão”, e o anterior “Morfina”.
Dia 16 de Novembro – Les Baton Rouge
«Quina das Beatas»
Espaço Café -Concerto
Inicio 23.00h
Entrada 3 euros
Suspiria e James, os dois membros fundadores da banda, cresceram nos subúrbios de Lisboa, com pouco para fazer apesar da enorme força de vontade. A sua juventude foi passada a atirar televisões antigas de pontes…
Até que no final de 1998 decidiram criar uma banda Punk/New Wave, que chamou logo a atenção de jovens punks e da polícia local.
Dia 1 de Dezembro – Ann Scott e Katell Keineg
«Quina das Beatas» - Fly IRLANDA
Café-Concerto
Inicio 23.00h
Preço único 5 euros
Ann Scott, cantora de origem irlandesa, faz segundo os críticos lembrar uma Tori Amos de guitarra ao peito com sotaque do país dos trevos. O seu segundo álbum, “We're Smiling”, foi considerado pela crítica um dos momentos menos vistos mas mais conseguidos musicalmente, um tesouro a ser apreciado e preservado.
Dia 08 de Dezembro – Declan de Barra e Azevedo Silva
«Quina das Beatas» - Fly IRLANDA
Café-Concerto
Inicio 23.00h
Preço único 5 euros
DECLAN DE BARRA - Song of A Thousand Birds
Tudo sobre Declan de Barra pode ser considerado uma agradável confusão de tons angélicos ligeiramente distorcidos. Uma voz intensa e apaixonada a tecer escuras e doces teias musicais.
Composições descarnadas, desenhadas com um violoncelo solitário e uma vagabunda linha de guitarra a brilharem nos bastidores para dar lugar a uma voz íntima e esvoaçante.
Esboços musicais que mal tocam a superfície numa pincelada, e que rasgam o éter como uma caneta de pena, com intensidade literária…
AZEVEDO SILVA – Tartaruga
«Notas com uma guitarra acústica dentro. Lento como os passos de uma tartaruga. Sofrido. Bem junto à pele. Cantado na língua mãe. Palavras que se entendem e nos invadem a alma cheias de sentido.»
Nuno Ávila — Santos da Casa
«Azevedo Silva é um autor promissor e talentoso que vê a música como uma arte e uma paixão cujo fundamento é a sua partilha.»
Susana Pinto — Unidade Sonora
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